O Brasil entra em 2026 sob alertas de deterioração fiscal, com déficits primários que podem ultrapassar R$ 100 bilhões e dívida pública próxima de 84% do PIB, pressionados pelo avanço dos gastos obrigatórios e fragilidades no arcabouço fiscal. Nos últimos meses, decisões econômicas do governo federal revelaram fragilidade no planejamento e falta de visão estratégica. Cortes, aumento de impostos e baixo crescimento geram um cenário econômico e social preocupante.
Dívida em 84% do PIB: o ano eleitoral que ameaça a economia brasileira
Os cortes no orçamento, o novo IOF e o PIB: o que mudou na economia brasileira após a crise

